Parar é duvidar, e eu já não duvido.
Não fico pensando na miséria de ser, estar, amar e enfrentar
essa confusão toda. A incerteza humana é grande demais.
A vida da gente, muito ligeira. Eu tenho a minha e ela é a única que está sempre acontecendo, tenho de saber dela o tempo todo e olha só, é só dela que sei de verdade.
Não posso afundar em angústias gerais. Não dá, e pronto.
Por isso respeito e aprendo com cada passo. E pretendo ir além, claro. E hoje sei que, onde não há esquecimento, nunca vão existir o perdão ou a vingança. O que existe é a gente se dar conta de que a vida continua, e não é ilógico que seja melhor à medida que vivemos e temos mais bagagem.
Passar pelas tempestades tem um valor imenso.
E não pode ser ruim.





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