Arquivo para fevereiro, 2011

Posted in as coisas on fevereiro 21, 2011 by meuparedro



Eu sou um cara que gosta de falar em dunas e montanhas,
e um monte de coisas que podem parecer mesmo irreais.
Estou sempre andando nas ruas, carregando na mochila meus sonhos e projetos. Não é nada assim extraordinário, mas gosto da minha vida prá caramba. Sou apegado ás minhas músicas, meus livros.
Muitas vezes os autores conversam comigo como bons amigos.
Ainda quero aprender muito, procurar o caminho certo.
Dentro de mim tem uma casa que espero ser capaz de abrigar quase todos vocês. Eu conheci uma menina; ela é perfeita, fascinante.
Ela é todo um mundo, mas ainda longe da minha forma de existir.
Eu ás vezes queria que tudo fosse diferente, mas não sei bem como fazer. Tudo o que quero agora é encontrar a imagem certa
no caleidoscópio.




Posted in Referências on fevereiro 15, 2011 by meuparedro




Aguente, você sabe que pode.
A guerra só vai terminar quando você vencê-la.
Escolha o que quer viver enquanto ainda existe vida.
Ataque antes, faça o improvável.
Aguente. As pessoas podem até te ajudar,
mas ninguém será capaz de vencer por você.
Você só vai aguentar se realmente se importar.
Porque se você se deixar levar,
nada disso vai ter feito sentido.
É a sua vida, seja aquilo que é de verdade.
Mostre a eles que pode.
Não se deixe cair, você sabe que merece vencer.
Porque se você não aguentar, aí a perda vai ser total.
Eles vão decidir teu destino, vão acabar te crucificando.
Esqueça um pouco essa história de carne e sangue.
Aguente, como se fosse de pedra.



Transpirado de Motörhead



Posted in as coisas on fevereiro 8, 2011 by meuparedro





Esses dias,
eu já não me espanto
com a forma como o mundo me envolve
cada vez que saio para a montanha
e com a melodia infantil, meio mágica,
que o vento me assobia ao andar pela estrada
ao amanhecer.

As coisas hoje são assim.

E quase toda noite, eu conto as estrelas
e sempre encontro o mesmo número delas;
e quando as estrelas não aparecem para serem contadas,
eu conto os buracos onde elas deveriam estar.

E vou concluindo que não vale a pena
passar o tempo lembrando daquilo que dói.
Pensamentos assim são como aqueles velhos boleros
onde acontece uma porção de coisas
mas o refrão vai se repetindo sempre,
mesmo onde ele não combina.




Posted in tempestade on fevereiro 1, 2011 by meuparedro





Você fala da montanha como se não soubesse.
Esses fantasmas flutuantes, espíritos do tempo; eu e você.
Ah os nossos duelos ao pôr do sol.
Quase uma história daquelas que são contadas ao redor da fogueira.
Iluminando o entardecer, minha perseverança e tua ironia,
ferro contra ferro.
Esgrimindo, ecoando entre os vales.
A derrota simplesmente nasceu; como a lua.
E assim eu catei minhas migalhas pelas noites desertas.
Aprendi que o passado pode ser um estranho.
Que nem toda história é eterna.
Que o sol só vai nascer quando a noite tiver terminado.