Momentos que criamos
tão claros
envolvidos em uma bolha, fora das coisas
onde soubemos realmente viver
e estivemos tão bem.
Mas entre nós e o mundo
esse estranho silêncio
que flui como as chuvas de novembro
e sempre o perigo
porque ás vezes as chuvas se tornam rios.

Eu saio errando pelas ruas
e preciso que você me acalme, esteja comigo.
Viajando pelas horas sem saber para onde
me agarrando a uma idéia
do que devia ser.

Os dias se embolam e caem uns por cima dos outros
e nada, nada nesse mundo quer mudar.
Eu só posso dizer que é uma hora estranha da vida;
não existem mais certezas em lugar algum.





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3 Respostas to “”

  1. Adorei esses versos, Gil:

    “Eu saio errando pelas ruas
    e preciso que você me acalme, esteja comigo.
    Viajando pelas horas sem saber para onde
    me agarrando a uma idéia
    do que devia ser.”

    Saudade do tempo em que eu tinha isso tudo…

  2. hora estranha da vida.

  3. mas chuva é rio – e lágrima, também.

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