Trilhar caminhos de um outro mundo sempre me deixa anestesiado. Quando termina um dia de novidades, tudo é perfeito por algumas horas e ás vezes não consigo evitar estes pensamentos, como seria se as coisas pudessem convergir; se me fosse pedido aquilo que posso dar e me dado aquilo de que preciso. Se o que eu tenho e o que você tem pudesse ser aquilo que somos capazes de dividir.
Eu sei que já não existem guerras, apenas essas dúvidas no ar.
A inquietação do que ainda não vivi, o calor de tudo o que tenho agora.
Você, a quem não sei renunciar.
Ah, as incertezas do sentimento.
Dói, mas arrependimento nunca foi uma opção.





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8 Respostas to “”

  1. Lindo o texto, Gil apasionado 🙂

  2. Li vinte vezes.

  3. alexandrebeanes Says:

    a gente tem essa mania suicida da falta de arrependimentos. foda.

  4. **estrelas pensantes**

  5. .

    Quem trilha por mundos diversos não poderia mesmo desistir.
    Muito bom e muito bonito.

  6. “Você, a quem não sei renunciar.
    Ah, as incertezas do sentimento.
    Dói, mas arrependimento nunca foi uma opção.”

    Isso tocou fundo mesmo.

  7. A pureza de palavras que se confessam. Transparência que deixa entrever a doçura de alma, dorida mas corajosa. Não se arrepende. Esse calor de tudo que se tem. E as incertezas todas. Muito bonito, e honesto. Calou-me fundamente pela plena identificação em: “Trilhar caminhos de um outro mundo sempre me deixa anestesiado.”. Sempre, sempre.
    Um bjo, Gil.

  8. Bravo, Gilzinho!
    Bravo!!!!

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